SAIBA MAIS CLICANDO NO RESTO DESTE ARTIGO
domingo, 16 de maio de 2010
URGENTE! Ajude o Haiti & Angra dos Reis
SAIBA MAIS CLICANDO NO RESTO DESTE ARTIGO
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
O Terrível Dia do Senhor

Por Charles Spurgeon
Creio que vejo esse terrível dia. O sino do tempo tangeu o último dia. Agora vem o funeral das almas condenadas. O seu corpo acaba de levantar da tumba, e desatas a mortalha encerrada, e olhas para cima. O que é o que vejo? Oh!, o que é o que ouço? Ouço uma explosão tremenda e terrível, que sacode os pilares do céu, e faz com que o firmamento se cambaleie de espanto; a trombeta, a trombeta, a trombeta do arcanjo sacode os últimos limites da criação. Olhas e ficas pasmado. Subitamente, escuta-se uma voz, e uns dão alaridos, e outros cantam hinos, Ele vem, Ele vem, Ele vem; todo olho o verá. Ali está; o trono descansa sobre uma nuvem, branca como o alabastro. Ali está sentado. “É Ele, o Homem que morreu no Calvário (vejo as Suas mãos trespassadas), mas, ah, quão modificado está! Não tem uma coroa de espinhos. Esteve ante o tribunal do Pilatos, mas agora a Terra inteira deve estar ante o Seu tribunal.
Mas escutem! A trombeta soa outra vez: o Juiz abre o livro, há um silêncio no Céu, um solene silêncio: o Universo está quieto. “Junta aos meus escolhidos e aos meus redimidos dos quatro ventos do céu.” Rapidamente são ajuntados. E como o brilho de um relâmpago, a asa de anjo divide à multidão. Aqui estão os justos todos congregados; e, pecador, lá estás tu, à esquerda, deixado de fora, entregue a suportar a sentença ardente da ira eterna. Escuta! As harpas do céu tocam doces melodias; mas não lhe trazem nenhum gozo, enquanto os anjos estão repetindo as boas-vindas do Salvador aos Seus Santos. “Venham, benditos de meu Pai, herdai o reino preparado para vós desde a fundação do mundo.” Vocês tiveram esse momento de pausa, e agora o Seu rosto está acumulando nuvens de ira, e o trovão está na Sua frente; olha para você que o tem desprezado, a ti que te ludibriaste da Sua graça, que desprezou a Sua misericórdia, a você que quebrantou o Seu dia de descanso, a você que zombaste da Sua cruz, a você que não aceitou que reinasse sobre ti; e com uma voz mais forte que dez mil trovões, Ele clama: “Apartai-vos de mim, malditos.” E logo... não, não continuarei. Não falarei das chamas inextinguíveis. Não vou falar dos padecimentos do corpo, nem das torturas do espírito. Mas o Inferno é terrível; a condenação é aflitiva. Oh, escapa! Escapa! Escapa, para que, ali onde estás, não tenhas que aprender talvez o que significam os horrores da eternidade, no golfo da eterna perdição! “Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas escritas no livro da lei, para as fazer.”
FONTE: No Caminho de Jesus
trecho do sermão " Uma Palavra aos Inconversos", que em breve estará no Projeto Spurgeon
O naturalista e o missionário: Charles Darwin e Robert Kalley
Artigo extraído da revista Ultimato, nº 261, nov-dez/1999
“Em 1809 nasceram duas crianças especiais no Reino Unido; uma em Shrewsbury, na Inglaterra, e outra em Mount Florida, na Escócia. A primeira chamava-se Charles e a segunda, Robert. Este era 7 meses mais novo que aquele. Charles era filho de uma família muito culta e Robert, de uma família muito rica.
Os dois rapazes talvez nunca tenham se encontrado. Ambos, porém, foram estudar medicina na Escócia no mesmo ano, em 1825, obviamente com a mesma idade (16 anos), Charles na Universidade de Edimburgo e Robert na Universidade de Glasgow. Logo depois de formados, ambos fizeram longas viagens em navio a vela no exercício de suas profissões, Charles, como naturalista, e Robert, como médico de bordo. O primeiro embarcou no Beagle pouco antes de completar 23 anos e deu uma volta ao mundo: atravessou o Atlântico, contornou os dois lados da América do Sul, atravessou o Pacífico, passou pela Oceania, atravessou o Índico, contornou o Sul da África, atravessou outra vez o Atlântico e retornou à Inglaterra. A viagem durou quase 5 anos (dezembro de 1831 a outubro de 1836). Robert embarcou no Upton Castle com 20 anos incompletos e foi até Bombaim, na Índia. Os dois ficaram impressionados com algumas cenas chocantes que viram durante a viagem. Charles ficou chocado com a situação social dos nativos da Austrália e Nova Zelândia, transformados em escravos pelos próprios colonizadores europeus. E Robert, com as aberrações sociais da Índia. Tanto um como o outro se casaram em 1838, com 29 anos; Charles, com Emma, e Robert, com Margareth.
Não obstante tanta coincidência, os dois britânicos eram religiosamente diferentes. Depois de abandonar o curso de medicina (tinha pavor das cirurgias), Charles matriculou-se na Universidade de Cambridge para estudar a Bíblia e tornar-se clérigo (1828). Não tinha, então, a menor dúvida quanto à verdade absoluta e literal de cada verso das Escrituras Sagradas. Já Robert foi se desfazendo da bagagem religiosa recebida no lar (a família desejava muito que ele estudasse teologia e se fizesse pastor) até se tornar ateu. Passou a ter aversão e repugnância às leis do Criador, o que o deixava mais em liberdade para satisfazer todos os desejos que lhe viessem ao coração, sem temer as conseqüências e penalidades.
Aconteceu, porém, que os dois moços experimentaram mudanças religiosas na década de 1830, quando tinham vinte e poucos anos. Charles desistiu da carreira eclesiástica, formou-se em artes e tornou-se agnóstico. Robert renunciou a sua incredulidade e passou a ter profundo respeito por Deus. O que levou Charles a abandonar a fé foram as suas pesquisas científicas. O que levou Robert a abraçar a fé foi o testemunho de uma paciente muito enferma e muito pobre que enfrentava com incrível serenidade o sofrimento e a morte (1835).
A partir dessas diferentes experiências revolucionárias, Charles e Robert tornaram-se notáveis, cada um em sua área. O primeiro tornou-se cientista. O segundo tornou-se médico-missionário. O trabalho de Charles levou muita gente a desacreditar da autoridade das Sagradas Escrituras. O trabalho de Robert levou muita gente a gostar de ler a Bíblia e de praticar suas normas de fé e conduta.
Quando Robert se converteu, Charles estava ainda a bordo do Beagle. Quando Charles publicou, em 1839, o seu primeiro livro — Relatório de pesquisas em história natural e geologia dos países visitados durante a viagem ao redor do mundo no Beagle — Robert foi ordenado pastor presbiteriano [1] em Londres. Ambos estavam, então, com 30 anos.
Depois de sua longa viagem, Charles se dedicou à pesquisa e aos livros, quase todo o tempo em Down, no condado de Kent. Teve cinco filhos. Depois de sua conversão, Robert estudou teologia e se tornou missionário-médico na Ilha da Madeira (1838-46) e no Brasil (1855-76). Casado duas vezes, nunca teve filhos.
Charles morreu em abril de 1882 com a idade de 73 anos. Robert morreu 6 anos depois, em janeiro de 1888, com 79. O primeiro está sepultado na Abadia de Westminster, em Londres, e o segundo, no modesto Dean Cemitery, em Edimburgo.
O nome completo do naturalista é Charles Darwin. O nome completo do missionário-médico é Robert Reid Kalley. O primeiro é mais conhecido por sua teoria da evolução, que causou uma revolução na ciência biológica, mediante a publicação de seu mais importante livro Sobre a origem das espécies por meio da seleção natural, há 140 anos. O segundo é mais conhecido por ser o primeiro missionário protestante a se radicar no Brasil, dando origem a duas denominações brasileiras: Igreja Evangélica Congregacional do Brasil [2] e Igreja Cristã Evangélica do Brasil.
Segundo o testemunho do Duque de Argyle, Charles Darwin nunca se livrou de certos conflitos íntimos, mesmo com a leitura da Bíblia e as orações da esposa, que era cristã”.
Posts relacionados: - Charles Darwin se converteu? - A propósito dos 200 anos de Robert Kalley
—————————————————-
[1] Kalley, apesar de ser membro da Igreja da Escócia (Presbiteriana), não foi ordenado pastor presbiteriano. Ele foi ordenado por um grupo de pastores de diferentes denominações em Londres a fim de poder exercer plenamente o ministério que já vinha realizando na ilha da Madeira (Portugal). Sua ordenação por parte desses pastores o deixaram sem vínculos denominacionais.
[2] O nome correto da denominação é União das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil
FONTE: O naturalista e o missionário: Charles Darwin e Robert Kalley « Anderson Paz
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
A crise na Europa e a escatologia

Por Gutierres Sirqueira
Nessa última semana as bolsas de todo o mundo caíram diante dos temores de calotes na Europa. Alguns países da União Europeia como a Grécia, Espanha, Irlanda, Itália e Portugal estão trazendo preocupação pelos altos déficits nas contas públicas. O déficit público acontece quando o valor das receitas de um governo são menores do que o valor de suas despesas. Os caminhos para resolver este problema são os aumentos de impostos, o corte de despesas e a desvalorização da moeda. Todas as soluções são custosas politicamente falando, além da complicação na aplicação destas políticas.
Pois bem. O que isso tem haver com escatologia? Tudo. Aliás, a nova crise na Europa, que é fruto da grande crise de 2008, desmistifica algumas tentativas de especular com a escatologia. Por quê? Diante desta crise algumas perguntas começaram a serem feitas pelos membros da União Europeia: Os países europeus com déficit mais equilibrados, como a Alemanha e Inglaterra, financiarão os demais países da União Europeia? Se cada país tivesse sua própria moeda, e não o Euro, não seria mais fácil os ajustes necessários para a saída da crise? Vale a pena essa grande união de países europeus?
Ora, são ou não perguntas significativas? O jornalista Floyd Norris, do jornal norte-americano The New York Times, pergunta em um artigo: “Muitos alemães ocidentais ficaram pasmos com o custo da unificação com o lado oriental. Se não gostaram de subsidiar seus próprios primos, gostarão de subsidiar gregos e portugueses?” [1]. Já o economista Paul Krugman, prêmio Nobel de Economia, argumenta que se os países europeus tivessem moeda própria poderiam recuperar competitividade com a desvalorização: “Se a Espanha tivesse sua própria moeda, este seria um bom momento para desvalorizá-la, mas ela não tem.”[2]. O modelo de uma unificação econômica sem uma unificação política cobra o seu preço. É bem provável que o revés pela união dos países da Europa cresça com o agravamento da crise.
Olhar uma União Europeia enfraquecida é algo que os escatólogos especulativos não pensaram. Assim como não pensavam no fim da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Até o final da década de 1980, todos os livros da escatologia especulativa traziam a URSS nas suas páginas. Quando ocorreu a queda do Muro de Berlim houve a necessidade de rescrever esses livros. Numa precisão impressionante, os escatólogos especulativos já viam a Europa como uma só nação, assim pronta para influenciar uma união global futura. As fragilidades de uma união supranacional se mostram graves com os problemas dos déficits em países periféricos da Zona do Euro. Será necessário rescrever novamente os livros de escatologia? É bem provável que sim.
Por que isso acontece? Ora, a escatologia virou brincadeira de mentes criativas.
Se faz uma leitura escatológica a partir dos acontecimentos, e não das Sagradas Escrituras
Os fatos determinam a leitura das Escrituras, e não o contrário. Tal caminho proporciona a eisegese, que é uma verdadeira forçação de barra do texto bíblico. Ou seja, tenta-se colocar uma ideia própria na Bíblia Sagrada, ao invés de construir uma ideia a partir do texto bíblico.
Se faz uma escatologia que tenta adivinhar os meandros do futuro
Quando se tenta achar o papel da China no Apocalipse, por exemplo, nada mais se faz senão um exercício de futurologia. O Apocalipse não foi revelado para uma tentativa de adivinhação do futuro. Apocalipse não é obra de Nostradamus.
A escatologia bíblica é pratica, não especulativa
O que a Bíblia se preocupa em nos ensinar sobre escatologia é que Jesus voltará. Isto é um fato. Jesus vem buscar sua igreja, e esta deve estar vigilante. Estas verdades não bastam? É preciso construir imaginação com o papel das nações ou das instituições políticas. Vigiar é preciso. Especular é desnecessário.
Escatologia distorcida levou uma nação contra Cristo
Em Israel se esperava um messias que viria libertar a nação da opressão imperialista de Roma. Esta era a escatologia dos religiosos da época. Um Cristo forte, libertador, imperador. Mas Cristo veio fraco numa manjedoura, pobre na pequena Belém e sem espírito revolucionário. O Cristo que veio não se adequou à escatologia da época. Então foi morto.
Portanto, pregando que Jesus vem já está bom. O que passa disto é invenção. Criatividade serve para publicitários, mas não teólogos. Especulação serve para filósofos, mas não para teólogos.
Referência Bibliográfica:
[1] NORRIS, Floyd. Países mais fracos testam a zona do euro. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 06 de fev. 2010. Economia. B6.
[2] KRUGMAN, Paul. A tragédia espanhola. Blog do Paul Krugman:
A consciência de um liberal. Disponível em:
Acesso em: 06 de fev. 2010.
FONTE: Teologia Pentecostal
Deus expulsa o medo!

C.H.Spurgeon
Banco da Fé
26 de janeiro
“Pois contra Jacob não vale encantamento, nem adivinhação contra Israel” (Num 23:23 ACF[*] )
Como isto deveria arrancar, desde a raiz, todos os temores néscios e supersticiosos! Ainda que houvesse alguma verdade na feitiçaria e nos agouros, estes não poderiam afectar o povo do Senhor. Aqueles a quem Deus abençoa, não podem os demónios amaldiçoar.
Homens ímpios, como Balaão, podem conspirar astutamente para destruir o Israel de Deus; porém, com todo o seu silêncio e astúcia estão condenados a fracassar. A sua pólvora está húmida; o fio da sua espada está embotado. Reúnem-se; mas como o Senhor não está com eles, juntam-se em vão. Podemos estar tranquilos, e deixar que teçam as suas redes, pois não seremos apanhados nelas. Mesmo que solicitem a ajuda de Belzebu, e se sirvam de todas suas artimanhas, de nada lhes valerá; todos os seus encantamentos sairão falidos e a si mesmos se enganarão. Que bênção esta! Como aquieta o coração! Os “Jacobs” de Deus pelejam com Deus, mas ninguém pelejará com eles e vencerá. Os “Israeis” de Deus têm poder com Deus e prevalecem, mas ninguém terá poder para prevalecer contra eles. Não é necessário temermos o inimigo mortal das nossas almas, nem a nenhum desses secretos inimigos cujas palavras estão cheias de engano, e cujos planos são profundos e insondáveis. Não podem causar dano àqueles que confiam no Deus vivo. Nós desafiamos o Diabo e a todas as suas legiões.
________________
Tradutor: Carlos António da Rocha
FONTE: No Caminho de Jesus
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Servindo a Deus com Alegria
George Müller, 1805-1898, foi um gigante da fé; é conhecido pelos orfanatos na Inglaterra que iniciou e que foram mantidos pela oração, sem pedir ofertas a ninguém.
Fonte: O Arauto da Sua Vinda, Ano 26 nº 5 - Setembro/Outubro 2008
Não venda Jesus
“De graça recebestes, de graça dai." (Mateus 10:8).
Fritz Kreisler, um dos melhores violinistas do mundo disse: “Nasci com a música no meu interior, conheci as partituras musicais instintivamente antes de que aprendesse o ABC. Foi um dom da Providência e não algo que adquiri por minha própria conta. Assim, nem mesmo mereço sequer que me agradeçam pela música... A música é muito sagrada para vendê-la. Os preços ultrajantes que as celebridades musicais cobram hoje são verdadeiramente um crime contra a sociedade”.
Estas são palavras que cada um que trabalha na obra cristã deveria tomar muito a peito. O ministério cristão consiste em dar, não em receber. A questão não é: “O que há aqui para mim?”, mas pelo contrário: “Como posso dar a conhecer melhor a mensagem do Senhor Jesus a um maior número?” No serviço de Cristo, é muito melhor que as coisas custem em vez de devam ser pagas.
É verdade que: “O operário é digno de seu salário” (Lc 10:7), e que: “os que anunciam o Evangelho, que vivam do Evangelho” (1Co 9:14). Mas isto não justifica que um homem ponha preço ao seu dom ou que cobre honorários excessivos por falar ou cantar em diversas cerimónias. Nada justifica cobrar direitos exorbitantes pela utilização de hinos.
Simão, o mago, queria comprar o poder de dar o Espírito Santo a outros (At 8:19). Não há dúvida que viu isto como um modo de ganhar dinheiro para si mesmo. Do seu nome e pela sua acção se deriva a nossa palavra “simonia”, que significa comprar ou vender privilégios religiosos. Não é exagerado dizer que o mundo religioso de hoje em dia está infestado de simonia.
Se o dinheiro pudesse, de algum jeito, eliminar-se da assim chamada obra cristã, muito disto se deteria imediatamente. Porém, ainda restariam servos fiéis do Senhor que prosseguiriam até esgotar o último pingo da sua força.
Recebemos de graça; devemos dar de graça. Quanto mais dermos, maior será a bênção, e maior a recompensa, boa medida, apertada, remexida e transbordante.
Tradução de Carlos António da Rocha
FONTE No Caminho de Jesus
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Resenha: Livro Justification and Regeneration (Charles Leiter)

Condições de Uso
Sola Scriptura está licenciada sob uma Licença Creative Commons nas seguintes condições: você pode copiar, distribuir e utilizar livremente, desde que cite a autoria com link para o artigo neste blog, no blog da fonte do post , não o utilize com finalidade comercial e não faça modificações no conteúdo..




Faça parte desta Sociedade

